População - Censo 2010

  • 4.902 habitantes

Estimativa da População - 2013

  • 5.135 habitantes

Crescimento anual da população 2000-2010

  • 0,66 %

Natalidade 2011

  • 70 nascidos vivos

Urbanização 2010

  • 61.8 %

IDH - 2010

  • 0,718

Índice de Gini - 2010

  • 0,484

Área

  • 139,30 km²

Densidade Demográfica - 2010

  • 35,20 hab./km²

 

 

O Nosso município, de 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 140,00 reduziu em 73,6%; para alcançar a meta de redução de 50%, deve ter, em 2015, no máximo 14,2%.

Para estimar a proporção de pessoas que estão abaixo da linha da pobreza foi somada a renda de todas as pessoas do domicílio, e o total dividido pelo número de moradores, sendo considerado abaixo da linha da pobreza os que possuem renda per capita até R$ 140,00. No caso da indigência, este valor será inferior a R$ 70,00.

No Estado, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até R$ 140,00 passou de 19,6%, em 2000, para 7,3% em 2010.

Em 2012, o número de crianças pesadas pelo Programa Saúde Familiar era de 1.316; destas, 0,2% estavam desnutridas.

No Estado, em 2007, 35,2% das crianças de 0 a 6 anos de idade viviam em famílias com rendimento per capita de até 1/2 salário mínimo.

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF 2008), 20,8% das famílias pesquisadas informaram que a quantidade de alimentos consumidos no domicílio às vezes não era suficiente, enquanto que 6,6% afirmaram que normalmente a quantidade de alimentos não era suficiente.

 

 
No município, em 2010, 12,6% das crianças de 7 a 14 anos não estavam cursando o ensino fundamental.

A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 71,5%.

Caso queiramos que em futuro próximo não haja mais analfabetos, é preciso garantir que todos os jovens cursem o ensino fundamental. O percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos, em 2010, era de 99,0%.

No Estado, em 2010, a taxa de frequência líquida no ensino fundamental era de 82,8%. No ensino médio, este valor cai para 52,6%.

A distorção idade-série eleva-se à medida que se avança nos níveis de ensino.

Entre alunos do ensino fundamental, estão com idade superior à recomendada nos anos iniciais, 6,5% e nos anos finais, 22,5% chegando a 34,0% de defasagem entre os que alcançam o ensino médio.

O IDEB é um índice que combina o rendimento escolar às notas do exame Prova Brasil, aplicado a crianças da 4ª e 8ª séries, podendo variar de 0 a 10.

Este município está na 1.393.ª posição, entre os 5.565 do Brasil, quando avaliados os alunos da 4.ª série , e na 2.116.ª, no caso dos alunos da 8.ª série.

O IDEB nacional, em 2011, foi de 4,7 para os anos iniciais do ensino fundamental em escolas públicas e de 3,9 para os anos finais. Nas escolas particulares, as notas médias foram, respectivamente, 6,5 e 6,0.

 

 

A razão entre meninas e meninos no ensino fundamental, em 2006, indicava que, para cada 100 meninas, havia 104 meninos.

No ensino médio, esta razão passa a 115 para cada 100 meninos.

A razão entre mulheres e homens alfabetizados na faixa etária de 15 a 24 anos era de 100,3% em 2010.

Com relação à inserção no mercado de trabalho, havia menor representação das mulheres.

A participação da mulher no mercado de trabalho formal era de 49,3% em 2011.

O percentual do rendimento feminino em relação ao masculino era de 90,5% em 2011, independentemente da escolaridade.

Entre os de nível superior o percentual passa para 62,8%.


 

O número de óbitos de crianças menores de um ano no município, de 1995 a 2011, foi 31.

A taxa de mortalidade de menores de um ano para o município, estimada a partir dos dados do Censo 2010, é de 0,0 a cada 1.000 crianças menores de um ano.

Das crianças de até 1 ano de idade, em 2010, 0,0% não tinham registro de nascimento em cartório. Este percentual cai para 0,0% entre as crianças até 10 anos.

O número de óbitos de crianças de até um ano informados no Estado representa 98,8% dos casos estimados para o local no ano de 2008.
Esse valor sugere que pode ter um baixo índice de subnotificação de óbitos no município.

Entre 1997 e 2008, no Estado, a taxa de mortalidade de menores de 1 ano corrigida para as áreas de baixos índices de registro reduziu de 19,1 para 13,1 a cada mil nascidos vivos, o que representa um decréscimo de 31,4% em relação a 1997.


Não houve óbitos maternos no município, de 1997 a 2011.

A taxa de mortalidade materna máxima recomendada pela Organização Panamericana de Saúde - OPAS é de 20 casos a cada 100 mil nascidos vivos. No Brasil, em 2010, esse número foi de 60,1; mas devido a subnotificações estaria próximo de 68,2 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos, segundo a estimativa da Rede Interagencial de Informações para a Saúde - RIPSA.

Óbito materno é aquele decorrente de complicações na gestação, geradas pelo aborto, parto ou puerpério (até 42 dias após o parto).
É importante que cada município tenha seu Comitê de Mortalidade Materna, inclusive ajudando no preenchimento da declaração de óbito, para evitar as subnotificações e melhorar o entendimento das principais causas das mortes.

O Ministério da Saúde recomenda, no mínimo, seis consultas pré-natais durante a gravidez. Quanto maior o número de consultas pré-natais, maior a garantia de uma gestação e parto seguros, prevenindo, assim, a saúde da mãe e do bebê.

A proporção de gestantes sem acompanhamento pré-natal, em 2011, neste município, foi de 0,0%.
As gestantes com 7 ou mais consultas foram 94,3%.

Em 2011, no Município, 100,0% dos nascidos vivos tiveram seus partos assistidos por profissionais qualificados de saúde. A previsão, em 2008, era de que 98,0% dos nascidos vivos estimados para o Estado fossem registrados nos sistemas de controle de nascidos vivos.

O percentual de mães com idades inferiores a 20 anos é preocupante. Na maioria dos casos, as meninas passam a enfrentar problemas e a assumir responsabilidades para as quais não estão preparadas, com graves consequências para elas mesmas e para a sociedade.

 

 
O Município teve de 2004 a 2012, 3 casos de AIDS diagnosticados. (Dados consolidados até 30/06/2012)

No Estado, a taxa de incidência em 2011 era de 18,0 de casos e a mortalidade em 2011, 5,8 a cada 100 mil habitantes. Em 2011, a proporção de mulheres infectadas foi de 40,1%, enquanto entre jovens de 15 a 24 anos foi de 8,7%.

Algumas doenças são transmitidas por insetos, chamados vetores, como espécies que transmitem malária, febre amarela, leishmaniose, dengue, dentre outras doenças.

No município, entre 2001 e 2011, houve 8 casos de doenças transmitidas por mosquitos, dentre os quais nenhum caso confirmado de malária, nenhum caso confirmado de febre amarela, 6 casos confirmados de leishmaniose, 2 notificações de dengue.

A taxa de mortalidade (a cada 100 mil habitantes) associada às doenças transmitidas por mosquitos no Estado, em 2011, foi de 0,1. O Brasil inclui-se entre os países com alto número de casos de hanseníase no mundo. A hanseníase, é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria, que afeta a pele e nervos periféricos.

No Estado, em 2006, a prevalência de hanseníase era de 1,5 a cada 10 mil habitantes.

 

 

O município declara ter apresentado ocorrências impactantes observadas com freqüência no meio ambiente nos últimos 24 meses, com alteração ambiental que tenha afetado as condições de vida da população.

O município não possui Conselho Municipal de Meio Ambiente. O município não contou com recursos específicos para a área ambiental nos últimos 12 meses. Não possui Fundo Municipal de Meio Ambiente. O município não realiza licenciamento ambiental de impacto local.

Neste Município, em 2010, 72,5% dos moradores tinham acesso à rede de água geral com canalização em pelo menos um cômodo e 9,3% possuíam formas de esgotamento sanitário consideradas adequadas.

No Estado, em 2010, o percentual de moradores urbanos com acesso à rede geral de abastecimento, com canalização em pelo menos um cômodo, era de 96,7%. Com acesso à rede de esgoto adequada (rede geral ou fossa séptica) eram 72,4%.

Como instrumento de planejamento territorial este município não dispõe, mas está em fase de elaboração de Plano Diretor. O município declarou, em 2008, existirem loteamentos irregulares , mas não existirem favelas, mocambos, palafitas ou assemelhados.

Neste município, não existe processo de regularização fundiária. Não existe legislação municipal específica que dispõe sobre regularização fundiária e sem plano ou programa específico de regularização fundiária.

Neste Município, em 2010, não haviam moradores urbanos vivendo em aglomerados subnormais (favelas e similares).

Em 2010, 99,7% dos moradores urbanos contavam com o serviço de coleta de resíduos e 98,3% tinham energia elétrica distribuída pela companhia responsável (uso exclusivo). Para ser considerado proprietário, o residente deve possuir documentação de acordo com as normas legais que garantem esse direito, sela ela de propriedade ou de aluguel. A proporção de moradores, em 2010, com acesso ao direito de propriedade (própria ou alugada) atinge 86,3%.

 
 
 
 
No Município, em 2005, o percentual de escolas do Ensino Fundamental com laboratórios de informática era de 50,0%; com computadores 100,0% e com acesso à internet 0,0%. As escolas do Ensino Médio com laboratórios de informática era de 100,0%; com computadores 100,0% e com acesso à internet 0,0%.
 

 

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